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Fraude: “Golpe do Motoboy”

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O golpe do motoboy está sendo aplicado na região de Marília, bem como em inúmeras regiões do Brasil com muita frequência e é preciso se atentar para não cair nessa armadilha.

            Conforme os recentes atendimentos que temos realizado, a Equipe da AOM UP (em seu departamento de Cibersegurança e Proteção de Dados) identificou como fica nítido como o ardil é aplicado, sendo realizado da seguinte forma, com algumas alterações para cada caso concreto: Primeiramente uma pessoa, fingindo ser funcionário de um banco, informa que o cartão do consumidor foi clonado e utilizado em outra cidade, nesta oportunidade, informa ainda que é necessário realizar o bloqueio do cartão.

            Em alguns casos o falso funcionário requer que a pessoa enganada disque a senha do cartão para que ele possa bloqueá-lo, outras vezes, requer que esta pessoa passe a senha para outro suposto funcionário, que irá passar na residência do consumidor para retirar o cartão, com a desculpa de que este será periciado, de modo que, seja possível analisar como aconteceu a clonagem.

            Ocorre que, com a tecnologia avançada, apesar de tentar entrar em contato com a agência bancária pelo número de telefone registrado no cartão, os fraudadores desviam a ligação, sendo assim, o consumidor será novamente enganado por achar que está realmente falando com um funcionário do banco e, em vez disso, está conversando com mais uma pessoa que faz parte do grupo que aplica o golpe.

            Além disso, esse grupo vem conseguindo dissimular o site de bancos, de modo que, conseguem criar supostas movimentações bancárias do consumidor – todas operações bancárias inexistentes –, somente para que a pessoa realmente acredite que a transação fora realizada com a utilização de seu cartão clonado.

            Com todo o respaldo dado pelos criminosos, bem como, em razão do abalo emocional causado, o consumidor muitas vezes não consegue manter a atenção necessária e acaba passando senhas, fornecendo informações pessoais e até entregando o cartão para pessoas desconhecidas, que se passam por funcionários do banco.

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            Por esta razão, é necessário ter conhecimento de que nenhuma instituição financeira requer o fornecimento de senha por meio telefônico, bem como, não passam nas residências para buscar cartões que supostamente foram clonados.

Se você foi vítima ou suspeita que possa estar sendo alvo desse ataque, procure uma equipe especializada para dar suporte técnico e jurídico, assim como busque a autoridade policial competente para realizar os procedimentos de ocorrência necessários. Esteja amparado e não caia nesse golpe.

Júlio César Lourenço do Carmo
INOVAÇÃO
Sarah Furtado Violante JURÍDICO E EMPRESARIAL
Sarah Furtado Violante
JURÍDICO E EMPRESARIAL


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