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Toda a  AOM está mobilizada para produzir conteúdos de valor neste momento tão delicado do mercado. Abaixo você pode conferir alguns materiais importantes para te auxiliar durante a pandemia.

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Perguntas frequentes

1. Orientar para prevenção
As medidas mais importantes para conter o coronavírus é a higienização frequente das mãos e cuidados ao tossir e espirrar. É importante que os empregadores estimulem esses hábitos por meio de campanhas internas e garantam acesso aos produtos adequados para higienizar as mãos (sabão ou antisséptico de mãos à base de álcool). Equipes de medicina do trabalho e gestão de pessoas devem estar capacitadas para orientar e tirar dúvidas dos funcionários.

2. Cuidar das pessoas
Funcionários que apresentarem os sintomas de COVID-19 (como é chamada a doença provocada pelo novo coronavírus) devem ser orientados a procurar os serviços de saúde. Quem apresentar os sintomas e tiver histórico de viagem ou contato com algum caso suspeito ou confirmado deve ser enviado para casa imediatamente. Para isso, é importante:
– Garantir políticas de licença médica flexíveis, sem exigir, por exemplo, atestado médico para funcionários ficarem em casa. Dessa forma se evita uma visita desnecessária a um serviço de saúde;
– Dar condições para que funcionários cuidem de familiares doentes;
– Em caso da confirmação de um caso de COVID-19 no ambiente de trabalho, o empregador deve procurar as autoridades de saúde e seguir o protocolo exigido para essas circunstâncias.

Todas essas políticas devem ser comunicadas de maneira transparente e clara a todos os colaboradores, sem expor o funcionário doente e preservando sua identidade. Uma alternativa é criar um canal com a área de Recursos Humanos que garanta a privacidade de eventuais pacientes.

3. Reduzir os impactos
As empresas devem estudar sua operação, entender quais aspectos de sua atividade podem ser afetados pela epidemia e quais atitudes podem ser adotadas para mitigar os efeitos. Alguns exemplos:
– Criar condições tecnológicas para o trabalho remoto, realizar reuniões virtuais se for preciso, reduzir contato pessoal ou viagens de trabalho;
– Identificar fornecedores alternativos para não interromper o funcionamento da empresa.

4. Planejar
As empresas devem traçar cenários possíveis e delinear atitudes a serem adotadas, sempre pensando nas pessoas e na manutenção da operação da empresa. Devem receber atenção especial eventos planejados para os próximos meses e viagens de trabalho, programando alternativas que possam ser acionados, considerando as mudanças de cenário da doença no cenário local, nacional ou internacional.

Empresas que atendem consumidores direta e pessoalmente devem avaliar a segurança de suas instalações que recebem clientes a fim de evitar a propagação do vírus. Recomenda-se avaliar também as políticas para o eventual cancelamento das atividades fornecidas, como eventos e viagens.

É importante enfatizar que qualquer atitude deve ser adotada com base nas recomendações das autoridades de Saúde da sua cidade, Estado ou país.

5. Aprender
É válido aproveitar o atual momento para tirar alguns aprendizados:
– Melhorar e avaliar políticas de trabalho de casa (ou remoto);
– Aprimorar a infraestrutura tecnológica para o trabalho remoto (equipamentos e sistemas para reuniões virtuais, ferramentas de colaboração, entre outros);
– Avaliar de maneira mais criteriosa as necessidades de viagem, aumentando a produtividade e reduzindo custos;
– Planejar-se com antecedência para cenários de crise que impactam a operação do negócio;
– Respeitar e seguir informações técnicas oficiais, fazendo consultas aos órgãos responsáveis diante de qualquer situação atípica que requeira orientação de um profissional da área.

Cientistas em todo o mundo ainda investigam qual a gravidade da doença e analistas econômicos também ainda calculam qual o impacto do novo coronavírus para a atividade das empresas. As recomendações seguem dados oficiais de órgãos de referência, como o Ministério da Saúde, Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, Organização Mundial da Saúde (OMS) e Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA.
Fonte: Governo do Estado de São Paulo.

A Anvisa integra o Centro de Operações de Emergência (COE) – Coronavírus. Instituído pelo Ministério da Saúde, o comitê tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de casos no Brasil. Recomendações em caso de sintomas:
Tem uma gripe leve? Aguarde em casa.
Tem febre e tosse? Procure um posto de saúde.
Está com falta de ar? Vá à emergência do hospital mais próximo. 

1 – Quais são as principais excepcionalidades previstas pela nova lei, sancionada em fevereiro, que impactam a relação dos trabalhadores e as empresas neste momento de pandemia?
A Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que trata sobre o coronavírus, traz um ponto relevante para a relação entre empregador e empregado: §3º do artigo 3º da legislação assevera que “será considerado falta justificada ao serviço público ou à atividade laboral privada o período de ausência decorrente das medidas previstas neste artigo”. Ou seja, conforme descrito no texto legal, referido afastamento se trata de uma hipótese de interrupção do contrato de trabalho. Nessa situação, o empregado continuará a receber normalmente seu salário e terá o período de afastamento computado para todos os fins (apuração de férias, 13º salário, depósitos fundiários etc.). Ressalta-se que a lei traz duas situações distintas: isolamento (quando já está constatado que a pessoa encontra-se doente, com o vírus) e a quarentena (que é a restrição de atividades ou separação de pessoas suspeitas de contaminação das pessoas que não estejam doentes, de maneira a se evitar possível contaminação). Ou seja: o isolamento atinge pessoas doentes ou contaminadas e a quarentena envolve as pessoas suspeitas de contaminação.

2 – Uma vez em quarentena, o trabalhador pode ser obrigado a fazer home office, por exemplo? O empregador pode punir de alguma forma o funcionário que se recusar a trabalhar de casa, alegando que está adoecido ou sem condições de exercer suas funções?
Se não houver nenhuma recomendação médica (hipótese em que aconteceria o afastamento previdenciário) e a empresa afastar o empregado, por iniciativa própria, deverá arcar com o salário por todo o período e somente poderá ser exigido o trabalho remoto se assim o trabalhador concordar. Se o empregado estiver doente, deverá ser encaminhado ao INSS, para que possa receber o auxílio-doença, arcado pelo INSS após o 15º dia de afastamento.
Destaque-se que são duas situações distintas. Se o empregado é afastado do trabalho por já se encontrar doente, por recomendação médica, aplica-se a regra do recebimento de auxílio-doença após o 15º dia de afastamento. Se a ausência ocorre em razão de ato do governo, que determina seu isolamento ou a quarentena, aplica-se a regra da lei 13.979/2020.

3 – Foram estipuladas medidas obrigatórias para as empresas adotarem com a nova lei?
Não foram estipuladas medidas de segurança específicas em razão do coronavírus, mas cabe destacar que é obrigação da empresa proporcionar ambiente de trabalho saudável a seus empregados. Ou seja, a empresa é obrigada a fornecer todo e qualquer material necessário à proteção de seus empregados, observando as normas sanitárias já existentes.

4 – Se notar que a empresa não está adotando medidas seguras de higiene e prevenção, um trabalhador pode se recusar a trabalhar? Que tipo de conflito trabalhista pode surgir?
Sim, o empregado pode, face à omissão de sua empregadora em lhe proporcionar ambiente sadio de trabalho, pleitear a rescisão indireta de seu contrato de trabalho (o equivalente à justa causa do empregador) e eventuais indenizações que entender cabíveis.

5 – As empresas são obrigadas a fornecer máscaras aos seus funcionários?
Não há norma específica com relação ao fornecimento desse material, ressalvadas atividades específicas em que o uso de máscaras já é item obrigatório de segurança individual. Mas algumas orientações vêm sendo divulgadas pela OMS, e devem ser observadas pelas empresas, adaptando-as, por óbvio, às suas atividades específicas: manter higienizados com maior frequência os instrumentos de trabalho, tais como: mesas, telefones, teclados, etc.; as empresas devem orientar seus colaboradores a lavarem com frequência as mãos — e claro, disponibilizar o material necessário como sabonetes, papel toalha, etc. Por fim, deve se atentar ao surgimento dos primeiros sintomas em seus empregados, recomendando-se, nesses casos, o afastamento do ambiente de trabalho.

6 – Um trabalhador pode se recusar a viajar para uma região considerada endêmica? Qual implicação ele terá se não for?
Há situações em que a viagem é parte crucial ou mesmo é o trabalho do empregado. Essas situações deverão ser analisadas caso a caso oportunamente pelo judiciário, mas cabe destacar que, se o empregado foi viajar por determinação da empresa e se contaminou, tal situação se configurará exposição ou contato direto pela natureza do trabalho, situação em que restará configurada a contaminação como acidente de trabalho.

7 – No caso de fechamento de escolas, como o trabalhador deve proceder? Há previsão legal para que ele se ausente do trabalho para ficar com os filhos?
Ainda não há um entendimento sobre tal situação, que vem sendo muito discutida. No momento, opções como home office, redução da jornada de trabalho e concessão de férias individuais ou coletivas são as medidas que parecem melhor se adequar ao presente momento.

8 – Fora do regime CLT, um prestador de serviço que deixa de prestar um serviço por conta de adoecimento ou quarentena pode deixar de receber por isso?
Na situação de um prestador de serviços autônomo, diferente de tudo quanto acima foi explanado, regra geral recebe a contraprestação pelos serviços prestados. Ou seja, deixando de prestar serviços, deixará de receber. Contudo, a situação específica deverá ser analisada caso a caso, lembrando-se, ainda, que esse autônomo provavelmente é um segurado do INSS e terá seus benefícios previdenciários assegurados.
Fonte: Conjur

1 – Ministério da Saúde 
O site oficial do Ministério da Saúde está com uma página destinada somente à pandemia, que contém informações que explicam o que é o coronavírus, como funciona o tratamento, quais são os sintomas, orientações para higienização correta e boletim epidemiológico, com dados de monitoramento da doença.
O endereço eletrônico disponibiliza ainda os planos de contingência por estado e o protocolo de manejo clínico para a covid-19. O canal do Youtube da pasta também conta com conteúdo específico sobre a pandemia.
Acompanhar as transmissões e entrevistas coletivas das ações do Ministério, que também são publicadas posteriormente no Youtube, é outra forma de se manter informado.

2 – Aplicativo Coronavírus-SUS
A plataforma disponível para celulares com sistema Android e IOS, também criada pelo Ministério da Saúde, apresenta dicas de prevenção e notícias oficiais sobre o coronavírus em um só lugar. 
O Coronavírus-SUS é gratuito e permite que o usuário busque as unidades de saúde mais próximas utilizando o serviço de geolocalização do celular. Para fazer o download do aplicativo, acesse a Play Store ou Apple Storenos dispositivos.

3 – Whatsapp: Saúde Sem Fake News
Criado antes mesmo da pandemia, o Saúde Sem Fake News é um número de Whatsapp para qual é possível enviar mensagens e imagens recebidas em suas redes sociais para que as áreas técnicas do Ministério da Saúde as analisem e respondam oficialmente se são verdade ou mentira.
Qualquer cidadão pode enviar mensagens com imagens ou textos para confirmar sua veracidade antes de compartilhá-la, adicionando o número (61) 99289-4640 na sua agenda e contatá-lo pelo Whatsapp.
É importante frisar que o canal não tira dúvidas diretamente da população, ou seja, não responde a outros tipos de perguntas, e analisa apenas informações de fake news relacionadas à saúde pública.

4 – Telegram: Coronavírus – Governo do Estado de SP
O grupo, disponível na plataforma Telegram, foi criado pela Secretaria de Comunicação do governo Doria e se tornou um canal de informações oficial. Nesta lista, apenas a Secom pode enviar mensagens, ou seja, as informações recebidas são apenas as oficiais.
São postadas, diariamente, informações sobre as medidas tomadas pelo governo de São Paulo contra o coronavírus, avisos de coletivas de imprensa e principalmente cards que desmentem as fake news que a Secretaria consegue identificar.
Em parceria com a secretaria de saúde, as informações são analisadas e, caso sejam inverídicas de fato, são veiculadas com um selo de falso por meio de cards produzidos pela  própria Secom. As peças são distribuídas em todos canais oficiais do governo estadual e podem ser reproduzidas livremente.
Até o momento, quase 15 mil pessoas participam do grupo. Para participar, acesse o link de convite clicando aqui. É necessário possuir o aplicativo Telegram instalado no celular.


Exemplo de cards produzidos pela Secom do governo estadual / Foto: Divulgação

5 – Fiocruz
Atuando há décadas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é referência nas discussões e especialistas na área da saúde pública. O site oficial da instituição apresenta conteúdo especial sobre o coronavírus, onde é possível conferir notícias, vídeos, e tirar dúvidas sobre a pandemia.
A Fiocruz lançou, inclusive, um Guia de Tecnologias Educacionais para facilitar atividades durante o período de quarentena virtualmente e tem publicado notícias para esclarecer as fake news. 

6 – Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares (RNMMP)
O Facebook e o Instagram da Rede Nacional de Médicos e Médicas Populares, organização de profissionais que defendem a justiça social, o direito à saúde e o Sistema Único de Saúde (SUS), também está aglutinando informações confiáveis e de especialistas sobre o coronavírus. Confira as dicas sistematizadas pela Rede.

7 – Associação Brasileira de Saúde Coletiva 
A Abrasco é uma organização constituída por instituições de ensino, pesquisa ou serviços que desenvolvem formação de trabalhadores graduados e pós-graduados em Saúde Coletiva. Durante a pandemia, seus canais oficiais na internet publicam diariamente conteúdos sobre o coronavírus além das entrevistas de seus especialistas cedidas para a imprensa.
Fonte: Brasildefato

Página oficial do governo sobre o Coronavírus (COVID-19): https://coronavirus.saude.gov.br 

Ações no local de trabalho

Com o novo coronavírus sendo classificado pela OMS como uma pandemia, muitas pessoas se assustaram, entretanto, a recomendação é de que não precisa haver pânico. O ideal é começar a se adaptar ao novo surto para que consigamos levar nosso dia a dia o mais normal possível.

Informar colaboradores com recomendações oficiais

Fingir que nada está acontecendo é um erro que sua empresa não pode cometer. Pensemos no seguinte cenário: quando o transporte público comunica que possivelmente irá entrar em greve, os colaboradores perguntam aos seus gestores e ao RH como poderão se comportar caso isso aconteça — este é um sinal de que eles confiam na informação passada pela empresa.

O ideal é que o caso do coronavírus (COVID-19) seja tratado da mesma forma, e que a empresa tenha boletins informando a dimensão do surto. Afinal, ter um canal aberto para solucionar dúvidas é bom para que seus colaboradores saibam que a empresa está atenta ao que acontece no mundo lá fora, o que fortalece a sua cultura organizacional além de valorizar o trabalho dos seus colaboradores.

Um bom jeito de fazer essa comunicação interna é por meio de e-mails disparados para toda a empresa, canais de mensagens internas e comunicados espalhados em murais físicos.

Cuidado! É importante evitar repassar informações médicas sem garantir a origem, as fake-news sobre o coronavírus podem disseminar o pânico e ações erradas. Por isso, é muito importante garantir que a empresa aja e repasse apenas as informações de órgãos oficiais (OMS, OPAS, Ministério da Saúde, prefeituras, etc) para os colaboradores.

Afixar representações gráficas nos banheiros sobre a maneira correta de lavar as mãos

Como vimos, uma das formas de prevenção é redobrar o cuidado com a higiene, nesse caso colocar cartazes perto das pias dos banheiros com instruções de como lavar as mãos corretamente e como descartar o lixo, é uma ação importante que sua empresa deve realizar imediatamente.

“A lavagem das mãos deve acontecer de acordo com as superfícies com que a pessoa entra em contato, ser feita com água e sabão e durar pelo menos 1 minuto”, orientou Pedro Pinheiro Bessa, médico do Hospital São José de Doenças Infecciosas, em entrevista concedida ao site da Secretaria da Saúde.

A fixação de representações gráficas lembra o colaborador de todos os movimentos que necessitam ser realizados, melhora a qualidade da lavagem e, por consequência, a redução de vírus e bactérias na superfície.

Precisa de um modelo? Se quiser pode utilizar a imagem em alta resolução que disponibilizamos no link a seguir:

Cartaz disponibilizado pelo Ministério da Saúde
Cartaz disponibilizado pelo Ministério da Saúde, clique para baixar.

 

Disponibilizar álcool em gel em locais estratégicos

O álcool em gel (com concentração acima de 70%) é um agente muito eficaz na proteção contra o coronavírus, ele somado a prática de lavar as mãos constantemente, podem ajudar a evitar o contágio. Para o álcool 70% em gel ou solução, a orientação é friccionar as mãos pelo menos por 20 segundos, segundo a secretaria de saúde.

Sua empresa pode incentivar os colaboradores a passarem álcool em gel nas mãos fazendo uma distribuição estratégica deles. Podem ser pequenos frascos colocados na mesa dos colaboradores, galões menores ao alcance de todos ou dispensers presos à parede em diversos pontos da empresa, em particular nos pontos de entrada e saída, alto movimento e locais com contato físico.

Desabilitar uso de biometrias com contato (dedos e mãos) em portas, relógios de ponto, etc

Hoje em dia muitos prédios possuem acesso através da leitura da impressão digital e até mesmo utilizam relógios de ponto que captam a biometria do colaborador. Como o vírus se propaga através de fluídos e do contato com mão/rosto essa pode ser uma fonte de contágio. Imagine quantas pessoas vão colocar os dedos nesses lugares diariamente diversas vezes ao dia.

Desabilitar o uso da biometria nessas ocasiões é essencial, o acesso pode ser substituído por crachás e, no caso dos relógios de ponto, pode se considerar meios alternativos como o ponto por computador ou aplicativo.

Redobrar o cuidado com a limpeza, especialmente nos pontos de contato

Novamente, frisamos o quanto a limpeza é essencial no combate à esse vírus. É importante combinar com a equipe de limpeza a desinfectação constante de: botões de elevadores, catracas, corrimão, telefones, mesas e todos os objetos que são constantemente tocados pelos colaboradores. As lixeiras do banheiro devem ser recolhidas com maior frequência, afinal, elas abrigam dejetos de lenços de papel entre outros lixos.

Analisar a possibilidade de aumentar a equipe de limpeza também é uma boa forma de prevenção. Se não for possível, incentive os colaboradores a limparem as suas próprias mesas, afinal, uma ação colaborativa pode ser muito eficaz!

Desligar ar condicionado e melhorar a ventilação natural

Infectologistas afirmam que o vírus se propaga mais facilmente em locais fechados e com pequena ventilação.

Alguns edifícios comerciais possuem as janelas lacradas, nesses casos o melhor a se fazer é cobrar que a manutenção do edifício mantenha os filtros do ar-condicionado sempre limpos.

Solicitar ao condomínio ações de prevenção coletiva

Prédios comerciais abrigam diversas empresas em várias cidades brasileiras e nesses casos, além de proteger o seu escritório a sua organização também deve cobrar da administração do condomínio medidas de prevenção e conscientização sobre o coronavírus.

Entre as mais comuns estão: distribuir informes nos elevadores, redobrar a limpeza e instalar equipamentos de álcool em gel próximo aos botões. É importante que a ação seja coletiva, então caso o seu condomínio ainda não tenha disponibilizado nenhum informe sobre a situação, você deve contatá-los.

Restringir reuniões presenciais e viagens

Se a sua empresa ainda não adota a prática de reuniões por videoconferência, essa é uma boa hora para começar. Para se fazer uma reunião dessa forma, é necessário apenas um celular ou computador com microfone e uma boa conexão pela internet, sem contar que hoje em dia existem muitas ferramentas/aplicativos para essa prática.

Adotar esse tipo de reuniões farão com que seus colaboradores evitem se deslocar para outros locais ou até mesmo ficar em uma sala fechada dentro da empresa. Em alguns casos é até mesmo interessante a comunicação por e-mail ou outros meios de comunicação.

Se no seu ramo são necessárias viagens constantes a trabalho, é também uma boa ideia começar um plano para o cancelamento dessas viagens.

Evitar proximidade física entre colaboradores

Nesses últimos dias temos visto países e empresas adotarem diversas medidas de restrição de proximidade física para conter a disseminação da doença. Se for possível no local de trabalho é reduzir aglomerações e proximidade física entre colaboradores.

Além disso, a nossa cultura brasileira é adepta da proximidade física entre pessoas, onde saudações diárias de beijos e abraços são comuns. Infelizmente isso facilita a transmissão da doença e é interessante comunicar esse fato aos colaboradores com cartazes e vídeos bem-humorados.

Acompanhar de perto pessoas que apresentam sintomas ou voltaram de viagens internacionais

Em diversas partes do mundo, a disseminação do vírus é maior do que no Brasil, inclusive a vasta maioria dos casos brasileiros foi iniciada com contágio no exterior. É importante que a empresa faça uma orientação aos colaboradores que estiveram fora do país recentemente para que eles realizem exames e, a depender da situação, aguardar uns dias para retornar ao trabalho. Claro, se alguns colaboradores tiverem contato com alguém que viajou para fora é importante que eles fiquem atentos e realizem o teste também!

Agir logo que um colaborador for descoberto com o vírus

A orientação oficial do Ministério da Saúde é que se um colaborador for diagnosticado com a Covid-19 ele deve ser imediatamente afastado de suas atividades e permanecer em isolamento domiciliar ou hospitalar, conforme orientações médicas.

É preciso ressaltar que uma pessoa infectada pode colocar todas as outras em risco. Por isso, as primeiras orientações para quem conviveu de forma muito próxima com a pessoa diagnosticada é também o afastamento imediato e atenção aos sintomas.

Mesmo que imediatamente essas pessoas não tenham sintomas, é necessário que elas também sejam afastadas pois, depois de infectadas os sintomas começam a aparecer entre 2 a 14 dias.

Liberar afastamento sem atestado médico

Esse é um tópico muito importante, muitos colaboradores sentem medo de se afastar da empresa sem atestado médico, entretanto, nesse momento a orientação dos profissionais de saúde é que as pessoas somente procurem um hospital no caso dos sintomas se agravarem muito. Dessa forma, é possível que os seus colaboradores não tenham um atestado.

Nesse momento entra a compreensão, a empresa não deve exigir um atestado médico do colaborador, pois, isso só causaria um congestionamento maior do sistema de saúde. A saída é realizar acordos de banco de horas ou até mesmo a dispensa sem prejuízos de remuneração.

Evitar restaurantes com serviços de comida por quilo

Dentre todas as práticas para evitar o contágio do coronavírus, a sua empresa também pode aconselhar aos colaboradores a evitarem restaurantes de comida por quilo, pelo menos no momento.

O mais aconselhável é trazer a comida de casa e os talheres também, para evitar o compartilhamento desses utensílios.

Evitar transporte público

Está sendo anunciado pelas autoridades um reforço na limpeza dos ônibus e carros de transporte de aplicativos por toda a cidade.

Mesmo assim, quando não for possível evitar o transporte público, é importante ressaltar aos colaboradores que evitem levar a mão ao rosto após tocar nas barras de segurança dos ônibus, assim que chegar na empresa realizar a higienização das mãos. Para isso, a empresa pode disponibilizar álcool em gel 70% logo na entrada, assim pode evitar o esquecimento do colaborador.

Apoiar as pessoas e realizar ações tranquilizadoras

Como dissemos no início, é muito importante que sua empresa não crie pânico nos colaboradores, portanto, explicar o motivo dessas ações é essencial. A sua empresa também pode promover palestras online com profissionais da área da saúde, esse trabalho de comunicação com certeza deixará o assunto mais leve.

Compreensão também é uma das palavras-chave desse momento. Sabemos que ainda é muito difícil mudar aquele pensamento enraizado no brasileiro de que o chefe está sempre desconfiado. Mas, se o seu colaborador ficar estressado ou muito preocupado por ter pego uma gripe e não conseguir comparecer ao trabalho, isso pode atrapalhar bastante a qualidade de vida dele.

Por isso, conscientizar que os colaboradores podem se ausentar nesses casos sem preocupação é uma boa saída. Para ajudar nessas situações, você também pode adotar medidas como banco de horas ou home office.
Fonte Pontotel

Como encontrar equilíbrio entre gastar dinheiro para manter as coisas funcionando e saber quando recuar?

Um bom entendimento dos números e ciclos do seu negócio ajudará nisso. Optar por investir em produtos ou serviços que tenham um ciclo de vendas mais longo pode comprometer as reservas de caixa necessárias. Às vezes, não há uma ótima opção aqui, mas tente equilibrar suas necessidades imediatas sem prejudicar completamente os planos de longo prazo. Você terá que avaliar o risco de gastar e não gastar e como isso afeta os negócios.

Devo procurar diversificar meu mercado agora?

Provavelmente não. É sempre bom estar aberto a novos mercados e não ter todos os seus ovos em uma cesta. No entanto, se estiver enfrentando uma desaceleração acentuada e drástica, essa opção pode ser cara e levar muito tempo para causar um impacto imediato. Aborde isso com cautela e seja fiel às partes principais do seu negócio. É o que você faz melhor.

Minha empresa está passando por uma desaceleração. Devo estar economizando dinheiro neste momento?

Sim, você deve procurar maneiras de economizar dinheiro, quando possível. Isso começa com um bom entendimento de suas margens e de seus produtos ou serviços geradores de receita em curto e longo prazo. Você deve ter um fluxo de caixa funcional para poder avaliar suas necessidades de caixa. Acesse conteúdo online sobre fluxo de caixa.

Qual a importância das práticas de gerenciamento de inventário?

É muito comum as empresas terem dinheiro envolvido em inventário improdutivo. Uma boa compreensão do seu inventário muda com o tempo, e a idade dele o ajudará a encontrar os itens que precisam ser liquidados e transformados em dinheiro. Se pretende fazer descontos para aumentar as vendas, esse é o lugar certo. Coloque o inventário antigo para funcionar e transforme-o em dinheiro.

É importante ter um orçamento e entender meu ponto de equilíbrio?

Sim! Se você tem um orçamento ativo, é muito mais fácil rastrear alterações nas estimativas de gastos e receitas. À medida que fizer essas alterações, seu ponto de equilíbrio será alterado. Isso permitirá ter metas atualizadas e uma melhor compreensão do que será necessário para permanecer com saldo positivo.

É um bom momento para entrar em contato com meu banco?

Sim, sempre que possível, tente conversar com seu banco antes de enfrentar grandes problemas de caixa. Geralmente, é mais fácil solicitar linhas de crédito antes de estar desesperado por elas. Lembre-se de que seu banco deve ser tratado como um parceiro, afinal, seu sucesso é o sucesso deles.

Se está tendo problemas para cumprir com as obrigações de dívidas existentes, não espere para obter orientação. Eles podem estar dispostos a negociar acomodações de curto prazo para aliviar sua carga de caixa.

Nota: cuidado com os credores online rápidos e fáceis. Esses termos podem ser muito caros e fazer mais mal do que bem.
Fonte: Sebrae

Nós do Grupo AOM temos parceiros, investidores e instituições financeiras (nacionais e internacionais) prontas para ajudar empresários de pequeno, médio e grande porte. Fale conosco.

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou em 16 de março medidas para facilitar a negociação de dívidas bancárias ao afrouxar requerimentos que devem ser cumpridos pelas instituições financeiras, numa resposta aos potenciais impactos do coronavírus sobre a economia brasileira.

Os bancos não precisam aumentar o provisionamento no caso de repactuação de operações de crédito realizadas no próximos seis meses. A estimativa é de que a medida vá beneficiar cerca de R$ 3,2 trilhões em crédito.

Além disso, o governo ampliou a folga de capital do sistema financeiro nacional em R$ 56 bilhões, permitindo que a capacidade de crédito seja elevada em cerca de R$ 637 bilhões, de forma a dar espaço às renegociações.

A ampliação da folga de capital foi feita por meio da redução do Adicional de Conservação de Capital Principal (ACPConservação) que as instituições financeiras precisam cumprir. A taxa caiu de 2,5% para 1,25%, pelo prazo de um ano. Depois desse período, a tarifa será gradualmente restabelecida até 31 de março de 2022.

As medidas do CMN somam-se à decisão recente do Banco Central (BC)de reduzir a alíquota do recolhimento compulsório sobre recursos a prazo e de ajustar uma regra de exigência de liquidez das instituições, medidas anunciadas em 20 de fevereiro. Com essa iniciativa do BC, estimava-se injetar R$ 135 bilhões, destinados a crédito, na economia a partir de março.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que os cinco maiores bancos do Brasil anunciaram a possibilidade de prorrogar as dívidas de seus clientes pessoa física e micro e pequenas empresas por 60 dias.

A medida se aplica aos contratos de crédito vigentes com o pagamento em dia, e cada entidade vai definir, a partir de critérios próprios, quais empréstimos poderão ser negociados. É importante lembrar que a prorrogação não é automática (é preciso fazer o pedido no banco) e que não vale para dívidas de cartão de crédito ou cheque especial, boletos de consumo geral (água, luz, telefone) e tributos.

A seguir, separamos outras medidas que as instituições financeiras estão adotando para segurar a crise, confira.

Caixa Econômica Federal

A entidade vai destinar R$ 30 bilhões para comprar de bancos médios as carteiras de crédito consignado e de financiamento de carro, caso essas instituições passem por dificuldades. Também serão liberados R$ 40 bilhões para capital de giro, principalmente para empresas do setor imobiliário, além de R$ 5 bilhões para o crédito agrícola.

Itaú

A prorrogação das dívidas pelo prazo de 60 dias é possível mediante a assinatura do Itaú Crédito Sob Medida, que permite a alteração da data original. Quem já contratou o produto também pode renegociar o vencimento da sua próxima parcela, optando por pagá-la 60 dias depois da data originalmente acordada. A prorrogação por dois meses também vale para financiamento de imóvel ou veículo. Durante este período, será mantida a mesma taxa de juros, sem a cobrança de multa.

Além disso, com a redução da taxa Selic para 3,75%, as tarifas de juros do banco serão reduzidas para clientes pessoa física e jurídica, repassando o corte de 0,5 ponto percentual para as suas linhas de crédito.

Santander

O Santander ampliou em 10% o limite do cartão de crédito de todos os clientes adimplentes. Em relação à prorrogação do vencimento de parcelas de contratos de crédito por até 60 dias, essa opção abrangerá algumas linhas de crédito pessoal, preventivo, direto ao consumidor (CDC) e imobiliário.

Bradesco

Com a redução da taxa Selic para 3,75%, as tarifas de juros do banco serão reduzidas para clientes pessoa física e jurídica, repassando o corte de 0,5 ponto percentual para as suas linhas de crédito.

Banco do Brasil

O banco dispõe de R$ 100 bilhões para empréstimos a pessoas físicas, empresas e o agronegócio. Também há recursos para compra de suprimentos e outros investimentos na área de saúde, eficiência energética, infraestrutura e viária, educação e saneamento para prefeituras municipais e governos estaduais.

Do total, R$ 24 bilhões são destinados a pessoas físicas, R$ 48 bilhões para empresas, R$ 25 bilhões para o agronegócio e R$ 3 bilhões para administrações públicas municipais e estaduais. Os recursos vão reforçar as linhas de financiamento já existentes, principalmente as voltadas para crédito pessoal e capital de giro.

No caso dos estados e municípios, é necessário que tenham limite de crédito no Banco do Brasil e atendam as condições legais previstas pelo Tesouro Nacional.

Banco do Nordeste

O Banco do Nordeste anunciou liberar até R$ 1,5 bilhão de crédito para empresas entre abril e setembro. E, para simplificar o acesso ao crédito, especialmente para clientes não rurais, o banco também está elevando de R$ 50 mil para R$ 100 mil o valor das contratações sem a obrigatoriedade de vinculação de garantias reais.

Para o setor rural, será conferida priorização no atendimento às operações de crédito de custeio, considerando o calendário agrícola da região, e serão disponibilizados R$ 4,4 bilhões entre abril e setembro.

Há ainda outras medidas sendo adotadas: diminuição das tarifas cobradas, de acordo com o porte dos clientes; para microempreendedores urbanos, ampliação do prazo médio de cinco para sete meses e antecipação das renovações de operações a vencer entre abril e junho; e carência de até 60 dias para crédito pessoal.

Desenvolve São Paulo

Vai disponibilizar R$ 200 milhões para capital de giro, com taxa de juros reduzida de 1,43% para 1,20% ao mês. O prazo de financiamento cresce de 36 para 42 meses, com carência de noves meses, contra os três meses antes da pandemia.

Sicredi

A cooperativa vai prorrogar por 60 dias as parcelas de crédito em dia de qualquer associado pessoa física ou jurídica.

Para o setor do turismo, que terá representativa perda de receita com a diminuição do movimento econômico, a cooperativa lançou duas ações de crédito emergenciais, com destaque para a carência de nove meses: uma linha de renegociação de créditos ativos e uma linha de capital de giro com até 48 meses de prazo.
Fonte: Sebrae

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"Em 2016 escrevi um livro a respeito das empresas em crise, e não vejo melhor cenário para colocar em prática tudo o que durante anos aplicamos com sucesso em nossos clientes"
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"Recebemos empresas de todo porte, que por sua vez superaram momentos tão difíceis quanto os atuais. Estamos dispostos a ajudar você!"
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Gustavo Pirenetti
Propriedade Intelectual
"Queremos ajudar empresas em crise, não porque somos especialistas neste campo, mas porque sabemos a importância da informação nas tomadas de decisões em tempos turvos"
Bruno Baldinotti
Direito Empresarial
"Acreditamos que compartilhar conhecimento são ferramentas poderosas em tempos de crise."
Júlio Cesar
Inovação
Dúvidas?
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